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Profissionais, ex-alunos formados pela PUC-Campinas, compartilham suas experiências na carreira e em seu cotidiano profissional
Por: Henrique Alves
O debate contou com três diferentes experiências, visto que Mariana atua como empresária na área de assessoria de imprensa, como sócia-diretora da Agência Era; enquanto Rita Azevedo atua como repórter do jornal Valor Econômico e Caio Possati é repórter do Estado de S.Paulo, na área do hard news.

Em relação à entrada no mercado de trabalho, Mariana Cruz indicou que a sua jornada iniciou logo ao fim do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), já que este projeto teria aberto portas para o mercado. De acordo com ela, atualmente, formados em jornalismo podem trabalhar em diversas áreas da comunicação e saem na frente por uma vaga pela habilidade de escrita e de perguntar. Entre as dicas, Mariana citou a importância de estar sempre atenta aos assuntos mais comentados na sociedade, chamados de “mídia espontânea”.

As portas de entrada para o mercado de trabalho e dicas para se manter em alta na profissão foram os focos das palestras dos egressos da Faculdade de Jornalismo Mariana Cruz, Rita Azevedo e Caio Possati. Eles estiveram na Jornada de Jornalismo na manhã da terça-feira (24), com mediação da professora Ciça Toledo.
No início de sua carreira, Rita Azevedo teve dificuldades em entrar ao mercado de trabalho, mas logo se encontrou no jornalismo econômico, onde seu principal objetivo é explicar ao leitor como os números afetam sua vida na prática. Sua carreira iniciou após enviar um e-mail para a revista Exame sem muitas esperanças. “Eles me perguntaram em qual área eu gostaria de trabalhar e eu respondi sem esperanças. Algum tempo depois, me convidaram para fazer freelances e posteriormente fui contratada. É muito importante que os veículos saibam os seus interesses para poder contar com vocês”, orienta.

Caio Possati finalizou o curso de Jornalismo como sua segunda graduação, após se graduar em Psicologia na Universidade de São Paulo (USP). Em seguida, iniciou o curso Focas, projeto voltado para jornalistas recém-formados ou alunos do último semestre de jornalismo de todo o país, oferecido pelo Estadão. Após concluir o curso, ele seguiu acompanhando os portais até conhecer o jornal O Liberal, de Americana.
Sua recomendação para os alunos durante a palestra foi para que se apresentem e digam o que desejam fazer. “Às vezes, quando estamos em busca de espaço, precisamos deixar os e-mails de lado e realizar ligações e até encontros com os veículos. Se apresentar realmente de forma presencial pode ajudar na busca por um emprego” indicou.
Apesar das diferenças entre as áreas de atuação, os palestrantes concordaram quando exaltaram a importância do trabalho simples, mas bem feito. Eles relembraram os conselhos do professor Adauto Molck, que faz parte do quadro de docentes da universidade e estava presente no evento. De acordo com os ex-alunos, ele sempre afirmava: “Fazer o simples e muito bem feito é difícil, nem todos conseguem, mas é uma ótima escolha.” Segundo eles, na busca pelo trabalho inovador, em alguns casos, “pecamos na realização e podemos nos prejudicar. Diferentemente das ideias simples, porém bem executadas”.

Orientação: Prof. Prof. Karla Ehrenberg
Edição: Melyssa Kelll
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