Noticiário Geral
Em Campinas, a campanha já atingiu mais de 14 mil crianças e adolescentes que estão com a carteira atualizada

Por Junior Gomes
Com o objetivo de atualizar as cadernetas de vacinação de crianças e adolescentes, a Secretaria Municipal de Saúde prorrogou o calendário da multivacinação até 30 de novembro. “Muitas pessoas ficaram com as vacinas atrasadas por causa da pandemia. Essa é uma oportunidade de deixar a carteira em dia”, afirmou a coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, Ana Cecília Zocolotti. A vacinação atinge os menores de 15 anos.
Na campanha de multivacinação, de acordo com a faixa etária e a necessidade da criança, estão sendo aplicadas as doses de BCG (tuberculose), pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e um tipo de meningite), poliomielite, rotavírus humano, pneumocócica (pneumonia e otite), febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), meningocócica, hepatites A e B, HPV, varicela, DTP (difteria, tétano e pertussis) e a dTpa (difteria, tétano e coqueluche). Dados do Ministérios da Saúde, via LocalizaSUS em Campinas, foram aplicadas mais de 31 mil doses em 14 mil vacinados até o momento.
Segundo Christiane Sartori de Souza, enfermeira do Devisa (Departamento de Vigilância em Saúde), uma criança não vacinada tem uma exposição individual e também pode contribuir para que tenhamos um retorno de muitas doenças, que já foram erradicadas ou possuem baixo número de casos no país. “É importante que os pais levem seus filhos para atualizarem sua carteira de vacinação, porque quando não tomamos vacina, temos uma diminuição de proteção individual e também coletiva”, afirma.

A enfermeira alerta para a onda de fake news, nas redes sociais, contra a vacinação. Em 2016, por exemplo, o sarampo que era indicado como eliminado no Brasil, voltou a oferecer risco em 2018, segundo dados da OMS, que apontam para um possível surto no país. Marília Bastos, mãe de duas crianças, uma de 3 anos e outra de 4 meses, vai contra a onda da antivacinação e afirma que “nunca duvidou da eficácia das vacinas” e mantem a carteira de seus filhos atualizada. A Organização Mundial da Saúde também constatou um aumento no número de casos de poliomielite, difteria e rubéola, que apresenta um certo risco, ocasionado pela falta de vacinação.
Serviços
A vacinação está sendo realizada de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h, nos Centros de Saúde do município – apenas os Centros de Saúde dos bairros Boa Esperança e Carlos Gomes não fazem parte da campanha. Para receber a dose, é preciso levar documento de identificação com foto e, se tiver, a carteira de vacinação.
Orientação: Profª Rosemary Bars
Edição: Letícia Almeida
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