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Depois da Voz do Brasil traz para Campinas uma nova ótica a respeito da ópera de Carlos Gomes
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Por Felipe Tonelo
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Dos dias 4 a 16 de dezembro, a exposição Depois da Voz do Brasil chega ao Museu de Imagem e Som de Campinas. Assinada pelo artista indígena John Alexandre Dias Restrepo e Marta Fontenele (curadoria assistente), o projeto pretende despertar o interesse do público para redescobrir o legado musical de Carlos Gomes bem como, propor um olhar crítico e necessário sobre o contexto histórico dos povos originários no país. Marta conta que “o projeto foi realizado graças a Lei Aldir Blanc. A exposição resgata a memória do maestro campineiro e propõe novos olhares reflexivos sobre a resistência e o protagonismo indígena na cultura nacional”.
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Integrando o material expositivo, o Relatório Figueiredo é um dos pontos principais da mostra. Trata-se de uma investigação conduzida entre as décadas de 1940 e 1960 que revelou um panorama das violências praticadas em 130 postos indígenas administrados pelo então extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI). A exposição já passou pelo Museu da Unicamp no mês de outubro e, após o término da temporada no MIS, vai continuar acontecendo em outros museus de Campinas.
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Imagem dos Umauá, da região do Rio Solimões // O curador indígena, John Alexandre Dias Restrepo (Fotos: Divulgação)
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SERVIÇO
O quê: Exposição Depois da Voz do Brasil
Quando: Entre os dias 04 a 16 de dezembro
Horário: De segunda à sexta das 10h às 18h
Onde: Museu da Imagem e Som de Campinas
Endereço: Rua Regente Feijó, 859 – Centro, Campinas
Entrada: Gratuita
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Orientação e edição: Adauto Molck
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