No Castro Mendes, Kunihiko (78), Takashi (95) e Junko (76) recordaram o genocídio de 1945 Por: Rebeca Pedrosa O som estridente de uma sirene e o barulho ensurdecedor de aviões tomaram conta da sala de espetáculo. Aos poucos os personagens, sobreviventes em carne e osso, começaram a entrar no palco. Um de cada vez, …

