Reportagens

Vício em jogos online leva usuários a gastar dinheiro

Por Carolina Barboza

Não é novidade que as cores vibrantes, a tecnologia gráfica e os obstáculos presentes em jogos online chamam a atenção de milhares de usuários. Jovens do sexo masculino, os tradicionais consumidores de games, passam a contar com a disputa de mulheres, idosos e crianças, que também ingressaram no mercado.

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Dados sobre o mercado brasileiro de games eletrônicos (Fonte: Carolina Barboza)

A previsão da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) para a taxa de crescimento do mercado brasileiro de games é de 7,1%. Número que revela a expectativa de expansão de usuários que, ano a ano, movimentam muito dinheiro e, em alguns casos, também alimentam vícios pelos games.

Em 2013, o jogo Candy Crush Saga foi o aplicativo mais baixado pelos usuários de dispositivos Apple. Para adquirir vidas e benefícios neste jogo, a empresária Monica Smolka chegou a gastar 4000 reais em um mês. “Ficava pedindo vidas para seguir jogando e, quando não me davam, eu comprava”, afirma. Na época, Monica gastava 8 horas por dia no game. A consequência disso trouxe novo olhar sobre o gasto com jogos. “Me senti uma otária de ceder ao vício. Nunca mais comprei nada”, desabafa.

O Candy Crush corresponde ao nicho de jogos sociais, muito comuns em mídias sociais, presentes principalmente em dispositivos móveis e tablets. O futuro dos games digitais deve estar justamente nesses dispositivos. De acordo com boletim do Sebrae, o uso dos celulares e tablets para jogos eletrônicos apontam crescimento até o ano de 2016.

Até lá, algumas tendências educacionais são previstas. É o caso das ferramentas de aprendizado e a incorporação de sensores de movimento para saúde e atividade física. A dica para evitar o vício de jogos onlines é aproveitar o leque de opções disponíveis no mercado. “Quando começa a dificultar mudo para outro jogo. Enfim, hoje não tenho vontade e nem paciência de ficar horas jogando”, resume a empresária Monica.

Editado por Willian Sousa


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